Vamos conversar sobre o seu projeto? SOLICITAR UM ORÇAMENTO

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Muito se ouve e se fala sobre modernização, internet, conexão, etc. E uma grande dúvida de diversos empresários é se vale a pena investir em aplicativo mobile.

Neste texto abordaremos exatamente isso, entender a importância e relevância das tecnologias que melhoram nosso conceito empresarial e aumenta a comunicação intuitiva com nossos clientes,  algo que vale muito a pena conhecer e entender!

Em um país onde há mais celulares do que pessoas e, de acordo com uma pesquisa do Google, entre o ano de 2014 e 2015 houve um aumento de 112% no uso de smartphones para acessar a internet, presume-se que o uso de internet e seus artifícios seja mais do que necessário, e sim, um hábito enraizado.

Hoje em dia nos relacionamos por aplicativos de celulares, como WhatsApp, compramos, vendemos, anunciamos nosso trabalho e inúmeras possibilidades de uso.

Vamos primeiro entender o conceito de aplicativo para então prosseguir com suas nuances:

 

O que é um aplicativo e como criá-lo?

estrutura do aplicativo mobile WhatsApp

Como apreciamos a boa e simples explicação: um aplicativo mobile nada mais é que um software projetado para executar um grupo de funções, tarefas ou atividades coordenadas para o benefício do usuário. Ou seja, dentro do seu celular, onde tem o menu com aquele monte de quadradinhos, onde cada um representa uma empresa e/ou função, cada quadradinho deste é um aplicativo, ou mundialmente conhecido como ‘app’.

O WhatsApp é um aplicativo mobile, seu banco é um aplicativo mobile, seu editor de fotos e assim por diante.

Cada aplicativo possui uma finalidade diferente e isso faz com que cada um seja desenvolvido de uma maneira. Por exemplo, há aplicativos voltados para sistemas iOS (Iphone), Android, Java e muitos outros.

Com essa infinidade de aplicações, não é tão simples criá-los.

É necessária a ajuda de um programador especializado que esteja engajado com o seu modelo de negócio, fazendo com que seu aplicativo mobile faça jus a sua função: facilitar a vida do usuário, afinal, cá entre nós, se o aplicativo atrasar a vida do usuário, travar, não trazer na tela do celular o que ele está esperando, então ele não será útil e prático, e facilmente será trocado.

Pegando o gancho da explicação do que é um aplicativo mobile e enfatizando ainda mais o consumo do brasileiro, é importante compartilhar que a venda de smartphones é muito mais elevada do que de computadores, que por sua vez, vem caindo cada vez mais.

A ideia da modernização é que um dia todos os usuários usem, fora de seus escritórios é claro, apenas smartphones.

Parece óbvio dizer que isto já acontece, mas não acontece.

Durante nosso expediente utilizamos um computador ou notebook, mas ao chegarmos em casa nem sempre fazemos tudo pelos celulares. É comum que usemos o computador para pesquisas mais aprofundadas no Google, por exemplo. Ou quando estamos fazendo um curso EaD.

Ou seja, nem sempre utilizamos o celular.

Por este motivo algumas empresas ainda apostam em tecnologias que unam as duas práticas, o que chamamos de PWA.

 

O que significa PWA?

 

Progressive Web Apps são aplicativos mobile com base na web que possuem recursos offline. Eles funcionam em sistemas Android e iOS, com o objetivo de aproximar as práticas de uso dos usuários de computador/pc e notebooks ao mundo de usuários de smartphones.

Basicamente, PWAs são sites que imitam aplicativos. Conhecem o WhatsApp Web? Pois bem, um ótimo exemplo de página na web que comporta o aplicativo que está no seu celular. A única questão, neste caso do WhatsApp, é que para usá-lo na web o seu celular precisa estar em constante uso da internet. Sem ela, não funcionaria.

Os PWAs tem diversos pontos positivos, como o não uso de memória no celular e pouco uso de bateria. A ideia de usar o WhatsApp Web e não usar constantemente a bateria é muito boa, né?

Outro aplicativo que também faz isso, através de um cadastro e download do aplicativo no celular, é o Spotify. Você pode ouvir suas músicas no celular, mas também no navegador do seu computador.

Este aplicativo, por sua vez, oferece a função offline. Basta que você baixe as músicas que deseja ouvir e então, quando o celular estiver sem internet, as músicas em sua biblioteca de downloads tocarão normalmente.

A ideia do conceito dos PWAs vem tomando um enorme espaço no mercado, inclusive, no começo do ano passado, a Microsoft anunciou que passaria a listar PWAs em suas lojas de aplicativos do Windows, com o intuito de possibilitar o download de apps para Windows que se comportem como apps de celular, porém no computador.

Com isso oferecerão ao usuário uma experiência intuitiva e assertiva para diferentes públicos. Genial! Atender diferentes perfis de consumidor é essencial para qualquer ramo de atividade, mas no tecnológico tem um peso extraordinário.

E todo este cenário de grandes mudanças ou, tecnologicamente falando, cenário de grandes atualizações, nos deparamos com pequenas, médias e grandes empresas apostando em comunicação via aplicativo.

O grande X da questão é saber proporcionar ao usuário aquilo que ele necessita para facilitar a correria do seu cotidiano.

O termo técnico para esta abordagem é UX (User Experience), que traduzindo significa: experiência do usuário. A interação entre o produto/serviço e o usuário pode levar uma empresa às alturas ou às ruínas.

O que acreditamos não ser uma novidade, certo? O cliente pode falar muito sobre o que oferecemos, mas o marketing “boca a boca” ainda é a forma mais expressiva de promover os pontos positivos e negativos de um produto ou serviço.

Não dá para passar rápido pela etapa da construção da experiência do usuário, na verdade, planejar para que tudo saia perfeitamente calculado na inserção de um aplicativo é obrigação.

Veja dois exemplos, no aplicativo mobile de transporte privado, o Uber, quando fazemos uma corrida e não gostamos de algo durante a experiência, nós temos a oportunidade de falar para que a empresa possa lhe oferecer, da próxima vez, uma melhor experiência com o seu serviço.

E à partir das suas considerações, feitas através de estrelas amarelas ao avaliar o atendimento, é que outras pessoas saberão como foi a experiência relatada por você e por milhares de outras pessoas. Consegue notar o poder de um aplicativo aliado à experiência do usuário? O

Uber é um sucesso, mas muitas outras empresas que nem chegamos a conhecer, infelizmente não tiveram o mesmo êxito. Atenção aos detalhes de operação é fundamental.

O segundo exemplo é do aplicativo de satélites e rotas, Waze. Quantas vezes você está lá, dirigindo tranquilamente, usando a rota mostrada pelo aplicativo e ele avisa: ‘radar de velocidade a X metros’… e aquela mensagem fica ali na tela até você clicar em ‘obrigado’ ou em ‘não existe’.

Se você clicar em ‘obrigado’ ele vai entender, sistematicamente, que o radar existe, você passou por ele e agradeceu por ter reduzido sua velocidade e não ter pego uma multa.

Agora se você opta por ‘não existe’, o aplicativo entende que não existia radar nenhum, logo, aquela informação é cruzada com a de muitos outros usuários, até eles entenderem que o radar de fato não existe e então eles retiram a mensagem do ar.

Percebem a capacidade de mudança na empresa que a experiência do usuário representa? Lembrando que essas duas situações são apenas situações relacionadas à experiência do usuário, dentre milhares de exemplos, usamos as do cotidiano.

Acredito que, até este determinado ponto do texto, já conseguimos entender que sim, vale muito a pena apostar em aplicativos.

Segundo a empresa americana de pesquisa de mercado, App Annie, os brasileiros utilizam em média 12 aplicativos a cada 24 horas. E isso tende a aumentar se pensarmos que o comportamento do consumidor tem ficado mais tecnológico a cada dia.

Até nossos pais, que quando éramos mais novos diziam que não poderíamos confiar e nem falar com estranhos e hoje, ah o hoje… eles mesmos compartilham mensagens de correntes, fakenews, adicionam pessoas que não conhecem, sem filtro, sem freio. Sad but true.

Brincadeiras à parte, te convidamos a analisar conosco os pontos positivos na construção de um aplicativo mobile para o seu negócio, veja abaixo:

  • Sempre disponível para o seu cliente;
  • Você terá um canal direto de marketing;
  • Construa valor de marca e reconhecimento através do aplicativo;
  • Cultive a lealdade do cliente com o uso do seu app;
  • Seja moderno naquilo que oferece.

 

As diferenças entre web app, app nativo e app híbrido

 

Celular utilizando o aplicativo mobile de câmera para fotografar uma pessoa

 

Até aqui você já deve estar convencido de que a construção de aplicativos pode alavancar o nível da sua empresa, mas saiba que é imprescindível que antes de ter um aplicativo, é preciso analisar qual tipo você quer. Entenda:

Já falamos da quantidade de pessoas que usam smartphones no Brasil, certo? Agora, imagine que 84% utilizam sistema Android e 16% usem iOS. Qual é o público que você quer atingir?

As diferenças entre as três modalidades são inúmeras, mas basicamente se diferenciam pelo desenvolvimento e UX. Você deve escolher o modelo que melhor atender o seu negócio, incluindo valor a ser investido, mercado de atuação, perfil do usuário, etc.

 

Web App

Web apps são os PWAs que explicamos lá em cima! Exemplo de web app: Pinterest. É site. É aplicativo.

App Nativo

Aplicativos nativos são aqueles que foram arquitetados para aquele sistema operacional, ou seja, que já vêm instalados no seu aparelho, baixados pela loja de aplicativos do celular e não são compatíveis com sistemas operacionais diferentes do nativo de seu smartphone. Exemplo de aplicativo mobile nativo: Siri do Iphone.

App Híbrido

O aplicativo híbrido é construído de uma maneira alternativa ao nativo. Ou seja, enquanto os nativos são construídos com linguagens específicas para cada plataforma, o híbrido é construído através de HTML, JavaScript e CSS. Exemplo de app híbrido: Instagram.

 

Conclusão:

Seja web app, nativo ou híbrido, escolha com atenção, pesquise com determinação e crie seu app.

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