Como resolver problemas na empresa utilizando Design Thinking - Mangu Brand
 
 

Vamos conversar sobre o seu projeto? SOLICITAR UM ORÇAMENTO

Vamos conversar sobre o seu projeto? SOLICITAR UM ORÇAMENTO

 

Aposto que você já ouviu o termo “design thinking” antes, seja em reuniões de estratégia, pesquisas no Google, livros…  

E nesta pauta de hoje vamos esclarecer alguns conceitos sobre o assunto, talvez até realizando um brainstorm da nossa ideia com a sua! Vamos lá? 

 

O que é Design Thinking? 

 

 

Se formos traduzir ao pé da letra, o termo significa “Pensamento do Design”. E se formos a fundo no conceito, a tradução é realmente verdadeira.  

O design traz para nós o intuitivo por de trás de uma ação. Por exemplo: um cliente procura a Mangu e solicita: “Quero criar uma marca”. Então a Mangu responde com uma pergunta (aliás, várias): “Qual o propósito da sua empresa? Porque ela existe? Que papel você quer desempenhar no mercado?”.

Ou ainda, uma montadora decide inovar criando mais um veículo, então ao invés de pensar “vou criar um novo modelo de veículo”, ele pensa “como posso melhorar a mobilidade urbana? Como o meu veículo irá somar à rotina do condutor?”. E assim por diante… 

Resumindo, Design Thinking é um conjunto de ferramentas que conciliam com a forma de pensar de um designer.  

Normalmente a técnica é usada para construção de produtos, da seguinte maneira: 

Após grande sucesso na criação de novos produtos, as pessoas começaram a associar a abordagem como forma de inovação em várias áreas das empresas, afinal, o foco das etapas é o mesmo: superar as expectativas do consumidor final. E falaremos dele mais a fundo logo mais… 

 

Como aplicar o Design Thinking na sua empresa 

 

Se o design thinking se traduz em algo intuitivo utilizando a empatia, logo compreendemos que para inserir o conceito nas empresas são necessário colaboradores engajados na cooperação. Trabalhar em equipe, neste caso, será essencial. 

Com colaboradores focados em cooperar, encontrar soluções inovadoras para problemas existentes, trará a real situação do mercado e não somente estatísticas coletadas a partir de uma amostra do mercado. Olharemos para ele como um todo, para então focarmos em encontrar soluções para os problemas e não em pensar somente no problema em si. 

O problema está lá, ele existe. O que sua empresa fará para consertá-lo e garantir que o mesmo não se repetirá ou, se repetir, vocês saberão como agir? Isto é design thinking. 

Da parte do conceito, há cinco etapas das quais precisamos nos atentar: 

1) Entendimento/Imersão: nesta primeira fase a empresa mergulha no problema e começa a discutir a perspectiva de cada um.  

2) Observação/Análise: após entender do que se trata o problema, a equipe irá realizar pesquisas e coletar informações, o máximo que puderem, para tirar uma conclusão das mesmas e visualizar melhor o problema. 

3) Ponto de vista/Ideação: aqui todo conhecimento acumulado na etapa anterior se une às necessidades do público alvo. O brainstorming dá vida a ideias e gera insights. É importante destacar que não há certo e errado, aqui toda ideia é muito válida, é necessário e pré-requisito do design thinking ter imaginação! 

4) Prototipagem: na prototipagem as ideias se tornam uma situação palpável. O protótipo serve para sentir como a solução se comporta na prática. 

5) Teste: qualquer produto, após ser criado, necessita de um teste. Na resolução de problemas isso não será diferente. O teste para confirmar se o que resultou deste grande projeto deu certo, verificará a funcionalidade, qualidade e aceitação. Esta etapa é imprescindível.

Para finalizarmos esta parte e fomentar como as empresas podem utilizar o conceito de Design Thinking na resolução de problemas e até em outros departamentos, veja abaixo duas empresas que são adeptas desta experiência: 

  • Sabendo que os hábitos de consumo dos consumidores mudam a todo instante, a Netflix tem como maior desafio entender como e em que momento que o comportamento do assinante evoluiu, para então trazer melhores soluções que se adeque a isso. Princípio básico do Design Thinking. 
  • Já temos no mercado empresas que são, simplificando, entregadores de comida, como Ifood, Rappi, etc. Sabendo disto, a UberEats pensou: levarei nossos motoristas para outro nicho. Ao invés de levar passageiros aos seus destinos, levaremos a comida ao ‘passageiro’. A prototipação e os testes passaram pela abordagem do design thinking e hoje o UberEats já disputa o espaço de outros aplicativos que já estão há mais tempo no mercado. 

 

Design Thinking na melhoria da Experiência do Usuário (UX) 

 

Já dizia Tim Brown (CEO da IDEO), “Pensar como um designer pode transformar a forma que você desenvolve produtos, serviços e processos – e mesmo as estratégias”. Então, sim, podemos utilizar o conceito de Design Thinking para melhorar a experiência do usuário.  

Conforme já sabemos até aqui, design thinking é uma ferramenta que propaga a inovação em processos. Sendo assim, ao buscar novas experiências para promover o bem estar dos usuários estamos fomentando a criação de valor entre nós (no caso, nós como empresa) e o nosso usuário.  

A experiência do usuário, portanto, é uma preocupação eminente nas empresas, pois para que ele enxergue o valor do meu produto e/ou serviço, e até mesmo da minha marca, eu preciso mostrar para ele as facilidades que meu produto e serviço oferecem.  

 

Os princípios da Experiência do Usuário (UX) 

 

1) Proposta clara: o que estou oferecendo está de forma clara? O usuário entende porque adquiriu o meu produto/serviço? Neste ponto é importante dizer que o que para nós, funcionários, empresários, é claro e óbvio, para o usuário talvez não seja. Então precisamos assegurar que a proposta está evidente como deve. 

2) Um objetivo por tela: meu produto é objetivo ou confunde o usuário? Excesso de elementos confundem! 

3) Prender a atenção: elimine etapas e só mostre ao usuário aquilo que é necessário sabermos. Exemplo de facilidade: compra com um clique, da Amazon. O que ela precisa nesta abordagem? apenas minha escolha de pagamento, seja boleto, cartão… seja objetivo em formulários, cadastros. 

4) Padronização e coerência: dentro do contexto de cada negócio há um ícone específico. Não é a toa que a pastinha que temos em nosso desktop remete a documentos, ou a lupa que solicitamos ajuda em algum site… a forma segue a função, lembre-se disso. 

5) Flexibilidade e controle: o usuário deve estar no comando da ação. Exemplo: se estamos falando de um jogo em um aplicativo, o usuário precisa saber em que fase está, quantas faltam para fechar o jogo e assim por diante… ofereça a informação, mas o controle é inteiramente do usuário. 

 

Conclusão: 

 

A forma de pensar de um designer nunca foi tão popular como agora, onde a cada dia que passa precisamos superar as expectativas dos clientes e ao mesmo tempo, inovar, resolver problemas, criar produtos, vender… e tudo isso, com um pouco de organização e sintetização, alcançamos. 

É o que o design thinking oferece para nós, uma maneira diferente de pensar, mais efetiva. E porque não somar esta teoria a UX? Se na verdade, um conceito parece irmão do outro, ambos com o mesmo objetivo: melhorar a experiência do usuário. 

Esperamos que nesta pauta o conceito tenha ficado claro e ainda, esperamos que a pauta tenha despertado maneiras de aplicar o Design Thinking em sua empresa.  

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Design Inovação Mercado Tecnologia
Foto perfil Bruna Marques Escrito por Bruna Marques
22/01/2020
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